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Sol entra em Leão



Eu tenho uma amiga-irmã leonina que sempre recebia de sua mãe o epíteto de “tangueira”. Assim é o signo de Leão, dramático! Os leoninos conseguem convencer a todos que um cataclisma está acontecendo enquanto por dentro se divertem com um sorrisinho maroto. Não é à toa que é o signo regente do teatro, são incrivelmente criativos. Egoísta e generoso. Humilde e orgulhoso. Temeroso e corajoso. Líder e mártir. Pura intensidade! É neste signo que a humanidade recebe a informação de que somos alma, e de que cada um de nós é único em nossos dons e talentos. Em Leão descobrimos nossa individualidade! Por isso o leonino transita entre extremos, sempre caindo de frente com o dilema da unicidade. “Eu sou único! Por isso devo ser servido? Ou devo servir através do que é único em mim?” Nos momentos em que creem ter nascido para ser servidos usam o escudo da mentira, porém quando se dão conta de que seu caminho é servir se tornam os cavaleiros da honra, sempre com a espada da justiça em punho. Regente do coração e regido pelo Sol, é o signo que nos coloca a todos na batalha entre o ego e o Ser, a batalha que acontece dentro de cada coração humano. E é por isso que seus representantes, os leoninos, são instigantes, ora admirados, ora criticados, mas o que não conseguem é passar desapercebidos. Que esse mês aprendamos a lição trazida por Leão, que é reconhecer de que maneira nossa individualidade pode contribuir na construção para uma vida mais justa e criativa.

©2020 by Fernanda Zannin.